Tema dificil de se abordar. Eu tinha mais medo da morte antes dos 30 anos. Quando eu era menor de idade, não pensava na morte, mas depois que nasceram os meus filhos eu fiquei preocupada que eu foss morrer eos deixasse sozinhos. A vida da as vezes nos prega peças. Quando o meu primeiro filho nnasceu, fiquei apavorada, tive uma tal de Depressão pós parto, e fiquei com medo de morrer. Estava sózinha em casa e o bebe chorava, tinha leite no peito mais ele insistia em não mamar, depois de tantas tentativas ele pegou o peito,mas não sugava direito e tive mastite( uma inflamação nas mama, ficam túrgidas e dolorosas, é uma dor infernal. Me deu um desespero, e pensei que ia morrer. Hoje lido com a morte todos os dias.
Certa vez um paciente, me segurou a mão e disse que ia partir para o outro mundo. Eu senti uma angustia muito grande, porém ela era uma pessoa muito querida e só queria a minha companhia para ir em paz, fiquei ao seu lado até ela ir. Isso aconteceu só uma vez. Se tivesse uma pessoa de sua família não teria acontecido isso. Provavelmente a paciente seguraria na mão do parente ou não. As pessoas têm muito medo da morte.
Tenho medo dos cuidados palliativos. Mais hoje sei que Esses cuidados são prestados quando não se pode mais investir em exames ou medicações. Quando ja se tentou de tudo em termos de tecnologia e não adiantou nada, o tratamento, não teve efeito positivo.
Na perda dos 3 entes queridos da minha vida, me deparei da forma mais triste possível, com a morte.
A minha intenção é falar da minha vida. Contar tudo o que me lembro desde a minha infãncia, até os dias de hoje. A vida passa e você esquece quase tudo. Entre um intervalo e outro, vão acontecendo, coisas que vale a pena relatar. Para as pessoas de sua família, para àqueles que te acham exemplo de vida. Ou simplesmente para que, entreis na imortalidade.
sábado, 13 de agosto de 2011
terça-feira, 9 de agosto de 2011
A Capa do Blog
Tudo na minha vida é fonte de inspiração. Os amigos, meus vizinhos, os amigos do facebook, o meu orkut, o programa do Jô, o samba do meu querido Adoniran Barbosa. Tenho que contar uma inspiração de primeira linha, Hospital das Clínicas. Sem ele eu não teria a maioria das minhas inspirações. O lugar onde passo a maior parte dos meus dias, cuidando, apreendendo e principalmente crescendo como ser humano. Lugar onde acontece as maiores histórias de vida da Terra. Desde que entrei no HC eu tenho acompanhado o óbito de tantas pessoas, de tantos doentes, paliativos ou não. E todos esses anos, são 20anos trabalhado. Todos esses anos e eu ainda não apreendi a conviver com a morte, fico triste com a partida, as vezes até choro. Me identifico com alguns parentes dos pacientes, com o tipo de óbito, com a dor dessas pessoas.
Dessa forma, a capa do Blog é uma homenagem ao Hospital das Clínicas, e a essas belas criaturas da foto.
Dessa forma, a capa do Blog é uma homenagem ao Hospital das Clínicas, e a essas belas criaturas da foto.
Preciso De Uma Casa...
Minha casa fica em uma zona previlegiada. Temos tudo o que precisamos no bairro, padaria em frente à nossa casa. Três supermercados a cem metros de distância, posto de saúde, ônibus para todas as partes, e a maioria vão dar na cara do metrô.
A única coisa que me entristece. A casa onde moro é grudada em outra casa. O meu quintal é passagem para a torcida do Corinthians. Lavo o quintal tres vezes por semana, mas ele está sempre sujo. Pra alugar uma outra casa vou ter que procurar muito, no momento não tenho esse tempo. Pretendo me aposentar em três anos. Quero sair de São Paulo. Meu objetivo é construir uma casa em qualquer lugar do interior de São Paulo, onde eu possa sentar à sombra de uma árvore e contar histórias para a minha filha. Um lugar onde eu possa por a minha fonte inspiradora para funcionar.
Dessa forma eu tenho que permanecer aquí, mais três anos. Estou com um resceio, ou é medo mesmo. O teto de minha casa fica estralando a noite, e acordo assustada, tenho a impressão que o teto vai desmoronar, más não tenho condições de sair agora.
A única coisa que me entristece. A casa onde moro é grudada em outra casa. O meu quintal é passagem para a torcida do Corinthians. Lavo o quintal tres vezes por semana, mas ele está sempre sujo. Pra alugar uma outra casa vou ter que procurar muito, no momento não tenho esse tempo. Pretendo me aposentar em três anos. Quero sair de São Paulo. Meu objetivo é construir uma casa em qualquer lugar do interior de São Paulo, onde eu possa sentar à sombra de uma árvore e contar histórias para a minha filha. Um lugar onde eu possa por a minha fonte inspiradora para funcionar.
Dessa forma eu tenho que permanecer aquí, mais três anos. Estou com um resceio, ou é medo mesmo. O teto de minha casa fica estralando a noite, e acordo assustada, tenho a impressão que o teto vai desmoronar, más não tenho condições de sair agora.
sábado, 6 de agosto de 2011
Camas Com Manivelas
Não fosse pelas camas quebradas, poderia ser uma ótima clínica. Eu já falei muitas vezes, qualquer dia acontecerá um acidente com um desses idosos, e aí tomarão providências, mas aí, será tarde demais, nossos semblantes serão estampados nos jornais, a televisão vai detonar os profissionais que trabalham com afinco, seremos envergonhados por causa da inércia de alguns. As camas estão velhas, as grades quebradas, as manivelas giram com dificuldade, os funcionários tem que fazer um esforço subhumano para elevar o decúbito dos pacientes. ESTAMOS PEDINDO SOCORRO. Quem poderá nos ajudar?
Os funcionários são os melhores, mais humanizados, os pacientes mais felizes. É uma clínica pesada. O peso que falamos, é das grades duras, que não sobe, é das manivelas duras. Precisamos de camas como as do PS(ala nova), lá tudo funciona com o toque do pé. Nossos braços doem quando temos que rodar aquelas manivelas como se estivéssemos puxando água de um poço. Muitas vezes durante o plantão temos rodado, e rodado as manivelas, depois pela manhã vamos ao médico com os braços esbudegados, as bursites da vida, muitas se devem a essas camas. Ainda bem que a recompensa é o sorriso dos idosos. Uns até cantam, enquanto cuidamos.
Muitas vezes na hora da higienização perguntamos: _ A senhora quer trocar as fraldas? E a paciente fala:
_Não minha filha! Fiz só um pouquinho, deixa pra hora do banho!
Então pedimos licença, fazemos uma higiene quando percebemos a nescessidade, e trocamos as fraldas.
A paciente nos oferece um lindo sorriso de agradecimento. Isso não tem preço! Adoro a Geriatria. Entre todas as Clinicas pra se trabalhar é a melhor.
Os funcionários são os melhores, mais humanizados, os pacientes mais felizes. É uma clínica pesada. O peso que falamos, é das grades duras, que não sobe, é das manivelas duras. Precisamos de camas como as do PS(ala nova), lá tudo funciona com o toque do pé. Nossos braços doem quando temos que rodar aquelas manivelas como se estivéssemos puxando água de um poço. Muitas vezes durante o plantão temos rodado, e rodado as manivelas, depois pela manhã vamos ao médico com os braços esbudegados, as bursites da vida, muitas se devem a essas camas. Ainda bem que a recompensa é o sorriso dos idosos. Uns até cantam, enquanto cuidamos.
Muitas vezes na hora da higienização perguntamos: _ A senhora quer trocar as fraldas? E a paciente fala:
_Não minha filha! Fiz só um pouquinho, deixa pra hora do banho!
Então pedimos licença, fazemos uma higiene quando percebemos a nescessidade, e trocamos as fraldas.
A paciente nos oferece um lindo sorriso de agradecimento. Isso não tem preço! Adoro a Geriatria. Entre todas as Clinicas pra se trabalhar é a melhor.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
A Educação à 6 Mãos
Em uma reunião, do primeiro bimestre na escola da minha filha eu ouvi o seguinte:( a educação tem que ser mantida a seis mãos), o professor, a criança e os pais. Não adianta apenas mandar a criança para a escola. É preciso participar ativamente do processo educativo. Aqui em casa, usamos a net para participar da educação da Ana. Juntas entramos no mundo do faz de conta. Na net a gente viaja, com os desenhos animados, as histórias do Walt Disney, e as brincadeiras do Discovery Kids. Gostamos da cultura, Futura, Cartoon Net Work. Ouvimos música, e as vezes interpretamos. Aos sábados e domingos, vamos ao Sesc Belém, participamos das brincadeiras, assistimos aos contadores de história, e as vezes também vamos visitar as esposições. O espaço do Sesc é ideal para curtir com as crianças. Também brincamos de roda no quintal, tento resgatar as brincadeiras de roda da minha infância. Lemos todos os dias. Quando chego do trabalho pela manhã, auxilio na liçao de casa, só depois vou dormir.Tento fazer tudo para que a minha filha seja uma criança feliz, e que mais tarde se torne uma maravilhosa adulta.. Creio que ela será uma pessoa com um diferencial, saberá discernir entre o bem e o mal. Eu sei que depende de todos nós, a educação das crianças do Brasil. Cada brasileiro é reponsavel pela educação de seus filhos. Cada um tem que fazer a sua parte.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Minha Irmã, Paty
Essa, é uma pessoa que para sempre eu ficarei devendo toda a minha gratidão. Irmã querida. Se não fosse você, como eu poderia fazer o meu curso. Eu não tinha com quem deixar o Felipe. Ele não ficava bem com ninguém, não se adaptou na creche. Então o que fazer? Chamei minha irmã para morar comigo. Ela me ajudou muito. Hoje se tenho uma profissão devo a Patricia.
Aluguel! Oh, dó!
As casas em que morei, depois de casada. A primeira era na baixada do Glicério. Eu odiava aquela casa. Era lá na rua Helena Zerrener. A minha casa ficava em frente a um enorme prédio de mais ou menos 200 apartamentos, ou seria apertamentos? As pessoas que habitavam àquele edifício, eram todas malucas, ou doentes. Todos os dias, eu via elas jogando todo tipo de objeto na rua, das janelas de seus apertamentos. As vezes eu pensava...será que estão tristes? E assim jogando as sujeiras de suas casas, ficam mais felizes!
E quando chovia? Era um caos, o lixo ficava acumulado nos bueiros, e atrapalhava o escoar da água. E a água não conseguia descer para os bueiros, e todos sofriam. Os que jogavam o lixo, e os outros que não tinham nada a ver com aquilo.
Certa vez, estava chovendo muito, e eu voltava pra casa. Era noite, estava frio, e eu estava grávida de seis meses. Parei um pouco esperando a aguá abaixar, porém estava demorando muito, e eu estava com muito frio, não tive dúvida, resolvi enfrentar a enchente. Eu tenho 1.63 de altura. A água chegava na minha cintura. Era uma água preta com cheiro de esgoto, eu estava apavorada, e chorava, e amaldiçoava aquele lugar. Atravessei vagarosamente a rua, morrendo de medo de cair naquela água suja. A chuva já havia parado, porém a água não baixava. Finalmente cheguei no predio em que morava. Entrei no apartamento e corrí para o banho. Precisava lavar o corpo, tirar aquele cheiro insuportável. Passei tres natais naquele lugar. Nunca esquecerei o sofrimento daquela casa.
Quase morrí! Sim, uma certo dia estava eu passando roupa na sala, e derepente resolvi parar e dormir. Só sei que ouví um estrondo na tampa da radiovitrola. Levantei, e qual não foi a minha surprêsa, quando encontrei um projetil de revólver. Fiquei desesperada. Meu marido naquela época estava trabalhando na General Motors do Brasil. Fomos procurar saber de onde havia vindo o tiro, o síndico falou que no prédio em frente, aconteceu uma briga, e alguém atirou. Tudo bem, pelo menos ninguém queria me matar!
Meu marido trabalhava a noite, lá em São Caetano dos Campos. Um dia quando voltava pra casa, foi abordado por assaltantes, bateram nele, e muito, porque não tinha dinheiro para dar, pisaram em cima dos seus óculos quebrando... só de raiva, e maldade. O pior é que o pobre míope de pai e mãe, quase não consegue chegar em casa.
Eu tinha uma amiga querida. Ela morava na mesma rua, e sempre vinha me visitar. Um dia ficou doente e morreu.
Lá naquela casa também passei por maus pedaços, a Nádia ficou doente. Ficamos três dias indo e vindo de hospitais e nada era resolvido. Minha filha com 1ano e 6 meses apresentava os seguintes sintomas: dor abdominal, diarréia, vômito, febre alta e tosse seca. Eu a levei no instituto da Criança, lá no Hospital das Clínicas, três dias seguidos. Por ser funcionária do hospital, eu acreditava que seríamos melhores cuidadas. Porém...os pediatras de lá falavam o tempo todo a mesma coisa! Mãe dá soro caseiro pra menina! Ela está desidratada! E eu falava, como vou dar soro, se ela vomita tudo que entra! Mais eles não me ouviam. No terceiro dia cansei e fui em busca de outro serviço médico. Ela ficou em um hospital lá na Liberdade, hoje nem me lembro o nome. Só sei que lá ela chegou toda molinha, mal respirava. Fizeram imediatamente um raiox, descobriram que a coitadinha estava com pneumonia, puncionaram uma veia, instalaram soro, e falaram que ela ficaria internada até melhorar, não me deixaram ficar ao lado da minha filha. Eu só poderia visitar e sair. Todos os dias eu saía chorando, por não poder ficar com ela. Afinal era uma UTI infantil.. A febre não cedia, e eu cada vez mais triste. Tinha medo de perder a minha filhinha. Minha companheira das idas e vindas do trabalho. Depois de 5 dias ela ainda não havia melhorado, más, após 15 dias de antibioticoterapia, ela estava de alta. E foi a minha maior alegria. A levei para casa. E no outro dia, lá fomos nós felizes e juntinhas para o HC. Eu saía as 600horas da manhã de casa todos os dias. Trabalhava das 7 as 12horas, tinha horário especial, pois fazia o curso de auxiliar de enfermagem. Abraçadinha com a minha baby, e as duas mochilas nas costas, pegávamos o coletivo na liberdade que passava no Hospital das Clinicas.
Quanta coisa triste passei naquela casa. Estava na hora de procurar uma nova casa. E como sempre eu tinha que encontrar a casa sozinha. E encontrei uma casinha, lá no bairro da Casa Verde Alta. Mudamos. Ufa!!!
E quando chovia? Era um caos, o lixo ficava acumulado nos bueiros, e atrapalhava o escoar da água. E a água não conseguia descer para os bueiros, e todos sofriam. Os que jogavam o lixo, e os outros que não tinham nada a ver com aquilo.
Certa vez, estava chovendo muito, e eu voltava pra casa. Era noite, estava frio, e eu estava grávida de seis meses. Parei um pouco esperando a aguá abaixar, porém estava demorando muito, e eu estava com muito frio, não tive dúvida, resolvi enfrentar a enchente. Eu tenho 1.63 de altura. A água chegava na minha cintura. Era uma água preta com cheiro de esgoto, eu estava apavorada, e chorava, e amaldiçoava aquele lugar. Atravessei vagarosamente a rua, morrendo de medo de cair naquela água suja. A chuva já havia parado, porém a água não baixava. Finalmente cheguei no predio em que morava. Entrei no apartamento e corrí para o banho. Precisava lavar o corpo, tirar aquele cheiro insuportável. Passei tres natais naquele lugar. Nunca esquecerei o sofrimento daquela casa.
Quase morrí! Sim, uma certo dia estava eu passando roupa na sala, e derepente resolvi parar e dormir. Só sei que ouví um estrondo na tampa da radiovitrola. Levantei, e qual não foi a minha surprêsa, quando encontrei um projetil de revólver. Fiquei desesperada. Meu marido naquela época estava trabalhando na General Motors do Brasil. Fomos procurar saber de onde havia vindo o tiro, o síndico falou que no prédio em frente, aconteceu uma briga, e alguém atirou. Tudo bem, pelo menos ninguém queria me matar!
Meu marido trabalhava a noite, lá em São Caetano dos Campos. Um dia quando voltava pra casa, foi abordado por assaltantes, bateram nele, e muito, porque não tinha dinheiro para dar, pisaram em cima dos seus óculos quebrando... só de raiva, e maldade. O pior é que o pobre míope de pai e mãe, quase não consegue chegar em casa.
Eu tinha uma amiga querida. Ela morava na mesma rua, e sempre vinha me visitar. Um dia ficou doente e morreu.
Lá naquela casa também passei por maus pedaços, a Nádia ficou doente. Ficamos três dias indo e vindo de hospitais e nada era resolvido. Minha filha com 1ano e 6 meses apresentava os seguintes sintomas: dor abdominal, diarréia, vômito, febre alta e tosse seca. Eu a levei no instituto da Criança, lá no Hospital das Clínicas, três dias seguidos. Por ser funcionária do hospital, eu acreditava que seríamos melhores cuidadas. Porém...os pediatras de lá falavam o tempo todo a mesma coisa! Mãe dá soro caseiro pra menina! Ela está desidratada! E eu falava, como vou dar soro, se ela vomita tudo que entra! Mais eles não me ouviam. No terceiro dia cansei e fui em busca de outro serviço médico. Ela ficou em um hospital lá na Liberdade, hoje nem me lembro o nome. Só sei que lá ela chegou toda molinha, mal respirava. Fizeram imediatamente um raiox, descobriram que a coitadinha estava com pneumonia, puncionaram uma veia, instalaram soro, e falaram que ela ficaria internada até melhorar, não me deixaram ficar ao lado da minha filha. Eu só poderia visitar e sair. Todos os dias eu saía chorando, por não poder ficar com ela. Afinal era uma UTI infantil.. A febre não cedia, e eu cada vez mais triste. Tinha medo de perder a minha filhinha. Minha companheira das idas e vindas do trabalho. Depois de 5 dias ela ainda não havia melhorado, más, após 15 dias de antibioticoterapia, ela estava de alta. E foi a minha maior alegria. A levei para casa. E no outro dia, lá fomos nós felizes e juntinhas para o HC. Eu saía as 600horas da manhã de casa todos os dias. Trabalhava das 7 as 12horas, tinha horário especial, pois fazia o curso de auxiliar de enfermagem. Abraçadinha com a minha baby, e as duas mochilas nas costas, pegávamos o coletivo na liberdade que passava no Hospital das Clinicas.
Quanta coisa triste passei naquela casa. Estava na hora de procurar uma nova casa. E como sempre eu tinha que encontrar a casa sozinha. E encontrei uma casinha, lá no bairro da Casa Verde Alta. Mudamos. Ufa!!!
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Iniciativa
É preciso correr atrás do prejuizo, já não consigo ver com os meus olhos. Preciso dos olhos dos meus filhos. O meu financeiro acabaria me levando para a psiquiatria, não posso deixar os problemas acabarem comigo. Tive uma ótima idéia, coloquei os meus filhos à frente do financeiro. Estava sofrendo à anos com esse impasse. Percebi que se não tomasse uma posição, acabaria levando toda a família para um buraco sem fim. Hoje, estou mais sossegada. Meu filho, será o meu assistente financeiro. Por enquanto ele ficará com toda a responsabilidade financeira da casa. Em breve, deixarei que o mesmo faça todas as transações financeira do meu salário total. E isso durou um mês. E as coisas estão aparentemente voltando aos eixos...ou não?
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