terça-feira, 30 de outubro de 2012

Sonhos De Consumo

Quero um carro. Pode ser um carro pequeno, só um carro para que eu possa levar a Ana ao médico quando precisar. Um carro para eu ir trabalhar quando estiver muito atrasada.  Um carro para eu ir tomar sorvete no Shopping com minhas amigas. Falando em amigas tenho poucas, mas essas poucas são as melhores. Minha casa própria. Eu quero fazer um cruzeiro, pode ser para o nordeste brasileiro. Quero conhecer a Espanha e a Australia. Quero morrer com 80 anos, e com a mente intacta nas minhas lembranças e escrevendo.

Tenho Andado Sozinha

Eu gostaria muito de arrumar um namorado, mas agora com 52 anos fica difícil. Minhas amigas namoram.
Engraçado...eu acho que a enfermagem foi maldiçoada pela Florence, porque a maioria da enfermagem, são solteiras. As vezes aparecem homens interessantes em minha vida, mais depois do décimo minuto conversado, eu já analisei o contexto de suas intenções e prefiro ficar sozinha. E depois não estarei sozinha nunca, tenho a internet, meus blogs e meu trabalho e meus filhos, tenho muitas coisas pra fazer o tempo todo, quase que não me sobra tempo, será que eu teria tempo para namorar? Acho que não. E depois o homem pra ficar comigo, tem que ser muito especial, pois eu sou uma mulher maravilhosa e não ficarei com qualquer um. E tenho dito!

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Diário Aberto

Não estou nem aí com as conversas que dizem:
_ Credo, você espõe sua vida! Que merda! A vida é minha, eu falo o quanto quizer sobre ela, pra quem eu quizer. E se estou bem assim, que tal você cuidar da sua vida também? E falando de vida, a minha está uma desordem. Ando até com o humor alterado, claro há dias que dói ate minha alma, outros não dói quase nada. Estou acostumada com a dor, ela faz parte de minha existência. Em casa lavo. cozinho, cuido da minha filha Ana, e família. Estou quase sempre cansada. Sei que preciso parar de reclamar, as vezes eu reclamo até para as paredes. O grande problema é que gostaria que minha vida fosse uma ordem só, más eu não tenho a ordem de nada. Ando cansada também dos pitacos, que são muitos, então a resposta é esse bloguer. Assim desabafo, e me sinto melhor.
Estão falando que a Autarquia, autarquizará as nossas vidas. E que venha nos trazendo benefícios e não só ordem e mandatos.

domingo, 28 de outubro de 2012

Quando Eu Tinha Um Amor

Um dia amei, amei desesperadamente, amei como se o meu amor fosse o único do Planeta inteiro. Amei com volumpia, amei com ternura, amei como se o mundo fosse acabar, amei como só se pode amar uma vez na vida. E hoje morando com os meus filhos, eu penso, não amarei mais ninguém, não aquele amor de homem e mulher. Estarei fechada para o amor até a eternidade. Hoje só quero ver os meus filhos bem. Hoje tenho medo que me apaixone por algum crápula e esse venha a maltratar os meus filhos. Quando criança apanhei muito do meu padrasto as marcas ficaram pelo corpo e pela mente. São marcas que não desapareceram com o tempo. Hoje eu sei, que devo perdoar o meu carrasco, porque ele era um ser movido pela doença. A maldade é uma doença.
Quando eu tinha um amor, amava. Hoje eu tenho a solidão do amor sumido. Hoje, tenho outros amores, meus filhos.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Auto Estima Rebaixada

Na minha adolescência eu era a cara da pobreza e vergonha. Eu tinha tanta vergonha da minha cara que nem ria, e se ria sempre colocava as mãos na boca. Eu tenho os dentes proeminentes, e tinha vergonha disso. Eu era tão magra, pesava 49kg com uma altura de 1.63cm era uma caveira ambulante. muito magra. Na verdade eu era campeã de nadação. Nada de perna, nada de bunda, que moça feia! As vezes os homens me zoavam quando eu passava, uma vez um falou:
Você é feia assim mesmo, ou está chupando limão! Fiquei muito triste. Quando comecei a estudar fiz tudo para me sobresair, eu pensava assim, se eu tirar as notas mais altas da sala vão me dar valor e não vão enxergar a minha feiúra. E não é que eu tinha razão. No começo ninguém falava comigo, depois que começaram ver as minhas notas começaram a me notar.
Detestava minha boca, aqueles dentões com lábios enormes, parecia até que botei botox.
Quando eu era criança tinha a barriga imensa cheia de lombrigas. Magrissima, os dentões, os meninos me chamavam de Mônica por causa dos meus dentes. Nunca fui bonita, mas hoje me sinto bem melhor.

Nica E Eu

Ela era empregada doméstica, na casa onde eu era acompanhante de Dona Maximina. Lá, onde trabalhávamos éramos queridas pela dona da casa. A Nica tinha um nome que odiava, era Josefa, nossa, quando alguém pronunciava o nome dela, ficava tão brava, que dava até medo. Ela lavava, passava, cozinhava, e cuidava da casa. Eu ficava o dia todo acompanhando a idosa mãe do senhor Meochior, quando a senhorinha dormia, eu sempre ajudava a Nica, pois quando sobrava tempo nós adorávamos ficar aprontantando. Muitas vezes ficávamos paquerando os rapazes que moravam em um prédio acima do prédio onde trabalhávamos, outras ficávamos jogando laranjas pela janela do décimo andar. Loucuras de duas malucas.
Nica era uma moça bonita. Parecia aquelas mocinhas da novela das 6:00 hora. Eu e ela juntas éramos engraçadas. Eu a feia e ela a bonita. Quando íamos dançar ela sempre arrumava uns namorados bonitos. Eu era muito esquisita, pesava 49kg, dentuça, 1.63cm, muito magra. Nossa como eu era feia! Engraçado me acho bonita com 52anos, naquela época eu era o rascunho do mapa do inferno, desenhado pelo capeta com o pé esquerdo. As vezes algum homem de aproximava de mim, eu ficava toda encantada, mais na verdade eles só queriam me levar pra cama. E como naquela época eu sonhava em casar virgem...chutava todos.
A Nica tinha mania de grandeza. Sonhava que era rica, tinha um carrão, fazia faculdade. Mostrava isso para os gatões que namorava. E só namorava os bonitões. Fiquei sabendo que se casou com um ricaço. Também bonita daquele jeito. Será que fez a sonhada faculdade?

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Imbecil Alcoolatra

Você diz eu bebo socialmente. Então sois alcoólatra. Ainda na adolescência, eu bebia com as colegas de baile, a gente bebia cerveja, e outras bebidas, o suficiente para ficar alegre. Eu me tornava uma pessoa engraçada, pois a bebida me fazia virar uma pessoa esquisita, queria falar inglês, ficava escolhendo as palavras para falar. Aquele que bebe para ficar alegre é um imbecil, e eu era a típica. Bebia quando ia ao baile, nos finais de semana com as amigas, e quando estava triste, lá ia comprar um litro de batida. Houve uma vez que fiquei em casa muito triste e sozinha, então bebi uma garrafa de batida de amendoim, fiquei mal. Vomitei a alma. Minha cabeça explodia. Então comecei a parar de beber nas baladas. Bebia água. Só sei, que depois de ter ficado em péssimas condições, fazendo a vergonha alheia, parei, to fora, beber pra ficar mal, porquê? Imagine você ficar mal porque quer, beber até ficar quase em coma alcoólica, isso que não. Hoje bebo esporadicamente, e muitas vezes nem bebo nas festas. Prefiro água, suco, e as vezes refrigerante. 
Outra vez fui em um aniversário e bebi algumas latinhas de cerveja, fiquei bem, não passei dos limites.
Se souber beber que mal tem? Hoje eu sei que beber faz mal a saúde, houve um tempo que eu era uma alcoólatra. Tinha dentro do guarda-roupas uma garrafa de conhaque. Eu muitas vezes comprava martíni bianco e misturava com conhaque. Pegava uma garrafa de água mineral, misturava martíni com conhaque e ia para os karaokê da vida. Ficava cantando e de vez enquanto tomava um gole, dizia que era para esquentar a voz, porém não falava pra ninguém o que estava bebendo. Cantava como um rouxinol, e quando alguém me oferecia bebida eu dizia não bebo! Só água! Um dia após tomar uma garrafa inteirinha de maria mole(conhaque com martíni), aceitei uma garrafinha de cerveja de um amigo, estando mais pra lá do que pra cá, ele desabafou:
_ Caramba! Você é fraca mesmo! Não pode beber! Só uma cerveja já está trançando as pernas! Acho melhor beber só a sua água!
Posso dizer com toda a certeza, eu não aceitava, más era uma verdadeira alcoólatra. Hoje não.
O melhor da vida é você aceitar os seus erros e consertar pra sempre. Hoje estou amando o ser que vive em mim, o meu eu.

Tempo De Fumante

Quando eu era adolescente, comecei a fumar. Fumava porque achava bonito e charmoso. Imagine havia aquele cigarro Chanceler, acho que nem existe, pois então fumava quando saia pra dançar, eram 20 cigarros a cada três dias. Houve uma época em que eu estava triste e saudosa da mãe, então fumava para passar o tempo. Qualquer motivo era  motivo para acender um cigarro. De repente estava consumindo 20 cigarros por dia, e isso já estava me fazendo mal. Fumava com prazer, engolia a droga da fumaça como se fosse algo gostoso e saboroso.
Uma Super Gripe
Houve um dia em que fiquei doente, uma gripe horrível. Sabe, quando perde o paladar? Quando não consegue sentir o gosto dos alimentos. Aquela que dá até dor no peito. Resolvi então parar de fumar, pois achava que o cigarro fazia mal, naquele momento.
Assim que a gripe se foi, o cigarro voltou, fumei dos 17 ao 27 anos. Quando fiquei grávida achei que tinha que parar, afinal estava carregando uma vida dentro de mim, não era ético mandar cigarro pro bebê. Então parei. Depois da gravidez volteia fumar. Infelizmente peguei outra gripe muito forte. Ao respirar, tinha a impressão que doía o pulmão. E ao tragar parecia que eu iria me sufocar. Dessa vez eu falei que largaria o cigarro. Quando a gripe se foi, voltei ao cigarro com uma ressalva. Eu tinha que parar de fumar, então fiz o seguinte comecei a fumar a cada dia um cigarro a menos. Eu fumava já 20 cigarros por dia, então passei a fumar 19, no dia seguinte, 18, só sei que houve um tempo em que eu fumava apenas, um cigarro por dia. Teve um belo dia que esqueci de fumar, então pensei agora eu posso dizer Adeus ao vício. E então parei de fumar. Hoje não suporto cigarros. Engraçado que naquele tempo as propagandas de cigarro era um convite ao cigarrento. Finalmente eu resolvi deixar o cigarro, assim, fiz um bem a mim e aos meus.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

O Meu Pensamento Sobrevida


A vida teria significado se eu entendesse o porque da maldade. Não entendo porque muitos não tem onde morar. Não entendo o porque que outros ficam doentes e todos abandonam. Não sei o porque dos políticos ganharem tanto dinheiro e não fazerem a sua parte. Queria que a fome não existisse. A África me entra pelo cérebro com tristeza. Aquelas crianças magras famintas, o governo não vê isso? O que acontece com a pobreza? Descaso, falta de educação, saneamento básico.
Não querem a educação. Não querem a nutrição.
Gente que estuda pensa. E se pensa compromete. Não dão comida pois nutridos também pensarão. O pensamento pode mudar a nação. Os poderosos querem domar a nação. Sem comida e educação.
A maioria do povo é pobre, a minoria é rica. A minoria esmaga a maioria.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Sem Reclamação Não

Estou cansada de tantas reclamações, não quero mais me queixar da vida. Vou fazer como a minha amiga Eliana Zagui, vou praticar o sim. É verdade o não já está enraizado em cada ser humano, o sim é uma conquista. Vou sempre esperar o sim. Ontem eu sai de casa com tranquilidade, apesar do caso requerer agitação, acho que com o tempo vamos aprendendo a viver, também com 52 anos... ou se aprende ou se aprende. Estou com a novela da locação, minha filha doente, a artrite latente em minhas mãos, mas a esperança está aqui. Quero o sim em minha vida, estou sentindo esse sim hoje. Estou feliz. Tenho que ser altruísta. Chega de pessimismo.

Hospital Cândido Fontoura

 Ontem minha filha teve uma crise de bronquite tão intensa, que fui obrigada a levá-la ao médico. Fomos ao Hospital Cândido Fontoura, aquele que muitas vezes critiquei com veemência. Ontem pude sentir que as minhas criticas não eram em vão. Minha filha foi recebida com atenção merecida para o caso. Ao entrarmos recebemos uma senha, fomos chamados para fazer a ficha. Nos chamaram em 10 minutos no Recolhimento, uma enfermeira, verificou os sinais vitais e oximetria (nível de oxigênio corporal), pôs uma pulseira amarela no braço da minha filha e encaminhou sua ficha para o médico plantonista. Esperamos mais 15 minutos e fomos atendidas. O médico por sua vez. Fez algumas perguntas tipo:_ O que aconteceu mãe? Lhe expliquei que a minha filha estava apresentando vômito desde a tarde da terça-feira, febre, tosse e presença de secreção que soltava por vias aéreas. Ele examinou os ouvidos, garganta, região cervical, apalpou o abdome e auscutou  o pulmão, após esse exame detalhado, mandou fazer duas inalações com intervalo de 20 minutos, pediu para que fosse medicada com prednsolona e autorizou a fazer um RX de tórax. Tudo isso foi feito rapidamente. Nunca fomos tão bem atendidas em um serviço público. O serviço médico e de enfermagem não fica devendo nada para o particular. Logo após o RX, voltamos para uma nova avaliação médica. O dr que nos atendeu prescreveu Azitromicina, prednsolona e inalação 4 vezes ao dia. E disse.
_ Mãe, eu vou manda-la para cuidados em casa. Se até sábado não apresentar melhora, traga novamente, com a receita e Rx!
Minha filhinha tem bronquite, foi constatado através do rx de tórax que seu pulmão está cheio de secreção. Agora minha filha está sendo médicada. Estou fazendo as inalações. Apresenta muita tosse.
Obrigada Cândido Fontoura! Obrigada doutor!

sábado, 6 de outubro de 2012

Meu Maior Medo!

Estou trabalhando vinte dois anos na saúde pública, já vi coisas que me deixaram alegres e outras que me marcaram o coração, porém tem algo que nunca vou esquecer o medo de morrer de alguns acabam com o meu dia. O amor de outros me deixa mais forte e com vontade de seguir.
A morte tem várias fases, e uma delas me deixa perplexa, é a fase final. Chorei muitas vezes por pessoas que eu cuidei e tiveram que partir. Existem pessoas que são verdadeiros exemplos de vida, e não conseguimos deixar de admirá-los e até amá-los como se fossem de nossas famílias.
Certa vez um cliente me chamou e pediu para que eu chamasse o médico. Fui ao telefone bipei o plantonista e fiquei esperando. Dez minutos depois o médico me atendeu... doutor tenho um paciente que está lhe solicitando. E ao falar o nome do paciente o médico me disse que era um paciente que estava em cuidados paliativos e que se parasse não era para fazer nada. Eu sei que muitas vezes não tem o que fazer mesmo, eu sei que todos investem em tudo até chegar num diagnóstico desses, más eu não consigo engolir tudo isso em algumas situações. Bem só sei que minha conversa com o médico não deu em nada, e quando voltei para o quarto o paciente estava morto, me sentí totalmente impotente, e chorei um choro triste, com as lágrimas quente da dor da perda, não sei se foi porque a pouco tempo eu tinha perdido a minha mãe.
Eu não consigo entender o porque de certas pessoas deixarem os seus doentinhos no hospital. Ele não tem mais nada, nem a esperança de vida, porque os parentes abandonam os seus doentes? Nós da saúde sofremos com o descaso de pessoas que não tem amor nenhum e abandonam os doentes, não vão visitar. Eu não quero ser abandonada.
Também penso que o egoísmo é tão grande, e que a grande maioria das pessoas estão preocupadas com os seus afazeres, com o seu trabalho, com a sua casa, com as suas roupas, com as suas unhas, com o seu cabeleireiro, com o seu baile, com a sua dança, com a sua mudança, com a sua falta de esperança, que não sobra tempo para ir visitar o seu parente, dar uma palavra de conforto, de caminhar pelos corredores do hospital. Não, não tenho tempo! E o seu pai, mãe, irmã sei lá, aquele que um dia foi importante pra você, que um dia foi amado ou não fica abandonado á própria sorte. Deixe tudo de lado e vá visitar o seu parente.
Muita gente trabalha a vida toda em busca de conseguir uma casa, em formar seus filhos, e depois morrem totalmente só em um leito de hospital. Que vida esquisita? Será que merecem passar por tudo isso? O que fizeram no passado para merecer uma vida assim? Outros são exemplos para todos. Mães que ficam ao lado de seus filhos até o último suspiro. Filhos queridos e bons que tratam os pais com tanto carinho que a gente até se engrandece ao ver tanta bondade. Eu não tenho medo de morrer. Tenho muito medo de sofrer.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Amedrontada Devido Sintomas

Desde ontem estou com cefaleia. Uma dor esquisita na nuca, náusea, mal estar, pode ser por causa de muitos plantões noturnos, e o corpo, está pedindo socorro. Somos teimosos, quando se trata de saúde.
Só vamos ao médico se a nossa mobilidade estiver 100% prejudicada, pois se estivermos apenas parcialmente ainda daremos um jeitinho. Também, entendo o porque de tanto medo de ir até o Serviço de Saúde. Fico dando motivos que acredito serem válidos para que eu não precise ir ao hospital. Hoje irei, e verei se não estou com a razão.

Medo, porquê?
 
O pavor toma conta dos seres humanos, as notícias sobre condições de saúde são alarmantes, ou condições de doença, seria mais correto.
Nem sempre a sintomatologia dará um diagnóstico preciso. Muitas vezes os médicos precisam escarafunchar até encontrar. É preciso muita paciência do médico e do paciente, muitos fogem dos exames, outros fogem das medicações, assim fica difícil para ambos.
Sabedoria, peço ao meu cérebro, para que quando os sintomas de algo mal chegar eu possa reconhecer, para dar ao médico armas para que ele possa combater a patologia, se essa tiver cura.
Não tenho medo de ficar doente. Tenho pavor dos modos de tratamento. Tenho paúra da dor, não da dor que conheço, mas da dor desconhecida, daquela dor que estamos carecas de presenciar.
Tenho um carinho especial pelos médicos do PS do HC. Uns trabalham no Centro cirúrgico, e quando terminam as cirúrgias, ainda atendem  os pacientes do Pronto Socorro. Percebo o cansaso aparente em seus semblantes. Tenham piedade!