A minha intenção é falar da minha vida. Contar tudo o que me lembro desde a minha infãncia, até os dias de hoje. A vida passa e você esquece quase tudo. Entre um intervalo e outro, vão acontecendo, coisas que vale a pena relatar. Para as pessoas de sua família, para àqueles que te acham exemplo de vida. Ou simplesmente para que, entreis na imortalidade.
terça-feira, 28 de junho de 2011
NOS DIAS DE HOJE.
Semana dificil. Problemas financeiros, dinheiro contado. E o pior, a doença perseguindo a todos. Quando não é isso, é a dor. Em 2004 descobriram no Hospital das Clinicas, que tenho uma doença incurável. A Artrite Reumatóide, desde lá venho sofrendo muito. No começo as dores eram violentas. Eu acordava pela manhã com as articulações travadas. A dor era tão intensa, que eu nem conseguia me levantar da cama. Houve um dia, em que a minha filha Nádia, teve que me dar banho, pois com a mobilidade reduzida, não conseguia, nem tomar banho sózinha. E houve várias vezes que eu não conseguia por o sutiã, ou vestir a blusa. Isso é muito triste. Imagine para uma auxiliar de enfermagem, ter que passar o dia, na cama. E os corticóides que nos fazem ficar com a cara de lua cheia. Estou com 51 anos, tenho dores constantes. Espero mais alguns anos para a minha aposentadoria. Estou agora na Terapia do Movimento. Essa terapia é uma lei acreditada por mim. Eu acredito que quanto mais movimento, melhor. Todos os dias acordo ainda com dor, não tomo medicação, porque a Artrite não tem cura. Hoje estou com uma dor imensa. Tenho que ir trabalhar. Preciso aguentar essa dor, que me incomoda, pois daqui a pouco estarei livre. As vezes brinco com o pensamento e a dor some. E a dor compartilhada não é dor diminuída. Porém o movimento ajuda a diminuir a dor. Então Viva o Movimento!
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