Jardim Angela, bairro de meus tormentos. Estava eu com 12 anos de idade, algumas meninas já pensavam em namoro naquela época. Eu, era bobinha, e tinha muito medo que algum menino pudesse me fazer algum mal. E o mal nada era mais que sexo. Muito medo. Vergonha e etc. Certa vez um menino da região com a idade de 15 anos marcou um encontro comigo. Eu teria que estar as 19:00 horas no muro da escola. Não entendia dessas coisas de namoro, e nem de encontros, achava que o menino queria me contar algo, talvez um segredo. Então tomada de ansiosidade e surpresa fui. E ao chegar, o menino me esperava. Me deu um beijo no rosto e me pegou a mão. Então eu falei: _ Pode contar o segredo!
Então o menino mal intencionado pediu para que eu olhasse para a lua. Eu olhei para o céu e fiquei como que hipnotizada pelo brilho da lua. O menino enquanto isso tirou seu órgão sexual para fora das calças, e como já estava segurando as minhas mãos. Ele pegou a minha mão e pôs em cima de seu falo. Ao perceber o meu engano com o travesso, dei-lhe um safanão e saí correndo como uma louca. Na verdade fiquei foi apavorada com o brilho da lua em cima daquele pênis branco. Saí como uma alucinada, fiquei com muito medo. Minha mãe falava que os homens só queriam engravidar as meninas e fugirem, depois, eu tinha muito medo. Só sei que corrí quase um quilômetro sem parar. Cheguei em casa com a lingua de fora. Minha mãe disse que cheguei branca de medo em casa. E ela disse:
_ Nossa, o que foi que tu viu menina? Parece que viu fantasma!
E aconteceu comigo. O primeiro namorado foi um namorado que ficou apenas em um beijo. Não houve contato sexual. O segundo namorado também era outro sonho. Na verdade eu comecei a namorar de verdade com 20 anos. Meu primeiro contato sexual foi com 24 anos. Eu tinha muito medo. minhas patroas e minha mãe me assustavam, quando o assunto era homens. Falavam, que eles não respeitavam as meninas fáceis. Que se eu passasse de mão em mão jamais me casaria. Eu era retrógrada assim como os que tentavam me ensinar sobre sexo. E por fim casei e mal.
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